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  • Pará vai ficar com a maior parcela do 13º salário do Norte

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    O Pará vai levar a maior fatia do 13º salário em 2011 em relação aos demais Estados da região Norte, de acordo com estudo do Dieese no Pará (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O Estado vai receber R$ 2,1 bilhões, equivalente a 39,30% do total de recursos do Norte, que esse ano será de mais de R$ 5 bilhões. Esse montante deve alcançar 1.726.122 pessoas, equivalente a 42,76% de todos os beneficiários da região.

    Este total de recursos do 13º salário no Pará representa um crescimento de 22,73% em relação ao montante do ano passado. Para o coordenador técnico do Dieese, Roberto Sena, isso se deve ao crescimento do emprego em 2011. 'Este ano, o emprego cresceu em ritmo mais vigoroso e a renda dos trabalhadores voltou a subir, motivada pelas boas campanhas salariais em todo o Pará', explicou.

    Região Norte - Em todo o Norte, cerca de 4 milhões de pessoas deverão receber o 13º salário em 2011, correspondente a 5,02% do total de pessoas que terá acesso ao beneficio em todo o Brasil. Deste total de beneficiários, cerca de 2,5 milhões de pessoas (62%) são empregadas no mercado formal, celetistas ou estatutários, cerca de 1,4 milhões de pessoas (35,6%) pensionistas e aposentados do INSS e cerca de 88 mil pessoas (2,2%) empregadas domésticos com carteira assinada.

  • Três setores impulsionam geração de emprego na RMB

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    Os setores da construção civil, serviços e comércio impulsionaram a geração de empregos formais até outubro deste ano. Essa foi a constatação de uma pesquisa do Dieese no Pará (Departamento de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). Juntos, eles geraram cerca de 17 mil postos formais de trabalho durante esse período. Nos dez primeiros meses do ano, o saldo positivo foi de 5,31%, em relação ao mesmo período do ano passado. 

    Ao todo foram feitas na região metropolitana de Belém 126.576 admissões, contra 109.640 desligamentos, num saldo positivo de 16.936 postos de trabalho, contra 109.445 admissões e 92.674 desligamentos, do ano passado, com um saldo positivo de 16.771 postos de trabalho, índice menor do que o observado este ano.

  • Prefeitura de Belém pede para adiar assinatura de TAC sobre o comércio

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    A assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público, a Prefeitura de Belém, lojistas e trabalhadores informais, que trata sobre o reordenamento do centro comercial de Belém, foi mais uma vez adiado. De acordo com o diretor geral da Secon (Secretaria Municipal de Economia), Luiz Carlos Silva, o motivo é que a Semaj (Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos) não teve tempo hábil para analisar o Termo, e que, por isso, o procurador do município não poderia assinar o documento.

    Esta já é a terceira vez que a assinatura é adiada. Na semana passada, o Sindilojas (Sindicato dos Lojistas de Belém) solicitou uma alteração no prazo previsto para conclusão das obras de restauração das fachadas dos prédios da Rua Santo Antônio e Rua João Alfredo, adiando a assinatura para esta quarta-feira (30). 'O termo previa apenas 30 dias, mas como estamos na época de chuva e com dificuldade em achar mão de obra, pedimos um prazo de 60 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 30, para podermos concluir as obras', afirmou o representante do sindicato, Jorge Colares.

  • Confiança do consumidor sobe 3,3% em novembro, indica FGV

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    A confiança do consumidor subiu 3,3% de outubro para novembro de 2011, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) divulgado nesta sexta-feira (25) subiu de 115,2 para 119 pontos.

    O quesito que mede o otimismo com relação à evolução da situação econômica nos seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para o bom resultado do índice, composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor. A parcela de consumidores que preveem melhora aumentou de 24,3% para 26,3%; a dos que esperam piora caiu de 25,6% para 18,5%. Ainda assim, o nível do indicador está abaixo da média histórica.

  • Procon alerta consumidores sobre cuidados nas compras de Natal feitas pela internet

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    O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,6 bilhões no Natal deste ano, o que representa um crescimento nominal de 20% em comparação a 2010. A expectativa é da e-bit, empresa especializada em informações sobre o setor de e-commerce, como é chamado o comércio eletrônico. Segundo a empresa, o número de pedidos também será maior este ano em comparação ao ano passado, com crescimento estimado de 25%.

    Com o crescimento no número de pedidos, os órgãos de defesa do consumidor estimam que também deva aumentar o número de queixas contra as lojas virtuais. Segundo o ReclameAQUI, um dos principais sites de reclamações do país, as cinco lojas virtuais mais reclamadas do país – Americanas.com, Submarino, Compra Fácil, Shoptime e Walmart – acumularam 69 mil queixas só nos últimos 12 meses.

    Entre as principais reclamações, de acordo com o site ReclameAQUI, estão o atraso na entrega, entrega de produto com defeito, dificuldade de contato com a empresa, cobrança indevida e mau atendimento no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). “Os maiores problemas que temos identificado na Fundação Procon é com relação à entrega dos produtos adquiridos pela internet”, disse Andrea Sanchez, diretora de Programas Especiais da Fundação Procon-SP, em entrevista à Agência Brasil.

  • Dívida atormenta 78% dos paraenses

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    Quase 80% dos paraenses estarão endividados neste final de ano. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio), 78% da População Economicamente Ativa (PEA) paraense apresentava algum tipo de dívida no mês passado. Deste montante, 35% das contas estão atrasadas e 14% dos consumidores não terão condições de pagá-las.

    Em média, o paraense compromete 25% de sua renda com consumo e leva seis meses para quitar os débitos. Em alguns casos, no Pará, o cliente mantém as contas pendentes durante 60 dias. No mês de setembro, a média de endividamento da PEA do Pará era de 72%, ou seja, na virada do nono para o décimo mês do ano, a taxa de inadimplência registrou crescimento.

    Da população que ganha até dez salários mínimos, 79% estão endividados, sendo que 36% destes consumidores estão com faturas atrasadas, e 15% não terão condições de pagar suas dívidas. Já no caso dos que ganham mais de dez salários, os inadimplentes somam 71% dos quais 24% estão com algum tipo de pendência no pagamento, e 5% não têm como arcar com o débito.

  • Inadimplência do consumidor cai pelo segundo mês consecutivo, diz Serasa

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    A inadimplência do consumidor brasileiro caiu 1,5% no mês de outubro em relação a setembro, segundo dados da empresa de consultoria Serasa Experian. É a segunda queda consecutiva do indicador, após seis meses de alta. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o índice apresentou elevação de 19,2%. No acumulado do ano, considerando os meses de janeiro a outubro, houve aumento de 23% ante o mesmo período de 2010.

    Entre os itens que compõem o índice, de setembro para outubro, houve redução na inadimplência tanto no caso das dívidas não bancárias, como cartões de crédito e com empresas financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, e débitos com os bancos. As quedas foram 2,8% e 2,7%, respectivamente. Já os cheques sem fundos tiveram uma alta de 8,1% e contribuíram para que a queda do indicador não fosse ainda maior. Os títulos protestados cresceram 3,3%.